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3 de março de 2017

O poder no feminino {Granola Salgada de Bacon e Tomate Seco}




Há pouco mais de um ano que abri a minha empresa. Como tantas vezes desabafei neste blogue, esta decisão foi das mais complicadas e arriscadas da minha vida. Mas hoje, passado tão pouco tempo não podia estar mais feliz e concretizada. O dia da mulher está aí a chegar e se há dia que eu gosto é o 8 de Março. Apesar de se ter transformado num dia super comercial, em que o que interessa é dar uma flor às mulheres, o 8 de Março é bem mais importante do que dar uma rosa às mulheres.

22 de agosto de 2016

Ver com as mãos {Bruschetta de pêssego e queijo feta}

"Meninos, não se vê com as mãos."

Quantas vezes ouvimos esta frase? E quantas vezes a repetimos?

Recordo-me de ser criança e querer mexer no que estava a ver, mas havia sempre esta frase em forma de reprimenda. O desejo de tocar era enorme, mas tínhamos de andar de mãos nas costas, porque "ver, é com os olhos". Às vezes a vontade de cheirar também existia, e com as mãos atrás das costas aproximava-me do objecto e tentava cheirá-lo, mas sem a possibilidade de tocar, nenhum dos outros dois sentidos eram potenciados. Esperava que os meus pais não estivessem a olhar para mim, e muito levemente tentava sentir o dito objecto.

8 de março de 2016

A força da mulher {semi-frio de cereja e amêndoa}

Neste dia 8 de Março celebra-se o dia Internacional da Mulher. Há a teoria de que não é necessário um dia para celebrar o facto de sermos mulheres. Eu não sou da mesma opinião. Este dia surgiu após a revolução histórica de 130 operárias em Nova Iorque, no dia 8 de março de 1908, que se manisfestaram contra o facto de serem muito mais mal pagas que os homens. Estas mulheres foram assassinadas com um incêndio na mesma fábrica. Morreram as 130 mulheres. Ainda hoje, se sente uma diferença e uma descriminação em muitos sectores em que, nós mulheres, somos muito prejudicadas em relação aos homens. E, está nas nossas mãos, conseguirmos vencer esta discriminação. Lutando sempre a favor dos nossos direitos. Eu gosto de pensar que aquelas mulheres não morreram em vão. Que elas são um símbolo de força e de união. Não acredito que devamos ser iguais aos homens, porque definitivamente não o somos, mas acredito e defendo que temos o dever e a obrigação de termos as mesmas oportunidades que eles.